apelos direcionados às autoridades. Segundo a vendedora Jéssica Oliveira, 32 anos, que capitaneou uma manifestação com cerca de 70 participantes no mês de março, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) chegou a realizar melhorias. Porém, elas são insuficientes:
— Eles sinalizaram a estrada com tachões (blocos refletivos), e os motoristas até estão passando um pouco mais devagar, mas já houve acidentes depois. É pouco porque temos muito movimento de pessoas, cinco escolas nesse trecho, além de comércios e residências — afirma.
A luta dos moradores por melhores condições para os pedestres que transitam às margens da RS-040 é antiga. E o flagrante de acidentes, comum entre a comunidade. Foi a última grande colisão, envolvendo dois caminhões e outros veículos, que, inclusive, motivou a manifestação que reuniu os moradores.
Na ocasião, a diretora da Escola Estadual de Ensino Fundamental Rui Barbosa, Maria Carlota de Oliveira Amado, perdeu uma ex-aluna. Trabalhando na instituição, localizada na altura do quilômetro 32 e da parada 95 da rodovia, há 23 anos, a profissional tem na ponta da língua um dado alarmante:
— Neste tempo na escola, perdemos cinco alunos ou ex-alunos. Pessoas jovens, que tinham uma vida inteira pela frente.
fonte Diario Gaucho
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